Tratamento da artrose no joelho em São Paulo: o que há de mais avançado?

7 de abril de 2026

Você está em busca de tratamento da artrose no joelho em São Paulo?

Conviver com dor no joelho não precisa ser uma sentença, e muito menos sinônimo de cirurgia imediata. 


O avanço da medicina trouxe tratamentos cada vez mais modernos, personalizados e minimamente invasivos para quem sofre com artrose.


Assim, é possível controlar a dor, recuperar movimentos e ganhar qualidade de vida com mais segurança. 


Neste conteúdo, você vai conhecer o que há de mais atual no tratamento da artrose no joelho e entender como essas soluções podem transformar a sua rotina.


Continue lendo!


O que é a artrose no joelho e por que ela se desenvolve?


A artrose no joelho, também conhecida como osteoartrite, é uma doença degenerativa caracterizada pelo desgaste progressivo da cartilagem que reveste as superfícies da articulação.


Essa estrutura permite o movimento suave e sem atrito entre os ossos. 


Com o tempo, essa cartilagem se deteriora, levando ao aumento do atrito, inflamação local, dor, rigidez e limitação dos movimentos. 


O desenvolvimento da artrose está relacionado a uma combinação de fatores, sendo o envelhecimento um dos principais, já que a capacidade de regeneração da cartilagem diminui com a idade. 


Além disso, sobrepeso, sedentarismo, histórico de lesões no joelho, desalinhamentos articulares, predisposição genética e atividades de impacto repetitivo também contribuem para o surgimento e progressão da doença. 


Quais são os principais sintomas e sinais de alerta da artrose no joelho?


A artrose no joelho costuma se manifestar de forma progressiva por meio dos seguintes sintomas:


  • Dor no joelho, especialmente ao caminhar, subir e descer escadas ou após longos períodos em pé;
  • Rigidez articular, principalmente ao acordar ou após ficar muito tempo parado;
  • Inchaço (edema) na região do joelho, que pode variar ao longo do dia;
  • Diminuição da mobilidade, com dificuldade para dobrar ou esticar completamente a perna;
  • Sensação de “areia” ou estalos ao movimentar o joelho;
  • Fraqueza muscular ao redor da articulação, principalmente na coxa;
  • Deformidades no joelho, em estágios mais avançados, como joelho “para dentro” ou “para fora”;
  • Dor persistente mesmo em repouso, que pode indicar evolução da doença.


Como realizamos o diagnóstico da artrose no joelho?


O diagnóstico da artrose no joelho começa com uma avaliação detalhada da história clínica do paciente.


Em geral, a dor aparece de forma gradual, podendo estar associada a episódios prévios como traumas, fraturas ou cirurgias na articulação. 

A localização da dor também traz pistas importantes.


Em quadros mais avançados e que acometem todo o joelho, ela tende a ser mais difusa, enquanto em casos mais localizados pode ser mais pontual. 


Na sequência, utilizamos o exame físico para confirmar os sinais típicos da doença.


Para complementar a avaliação, os exames de imagem são fundamentais, sendo a radiografia o método mais utilizado inicialmente. 


Por meio do raio X, identificamos alterações características da artrose, como redução do espaço articular, formação de osteófitos (os chamados “bicos de papagaio”), esclerose óssea e deformidades. 


Sempre que possível, a radiografia deve ser realizada com carga, ou seja, com o paciente em pé, além de incluir diferentes incidências para uma análise mais completa. 


Em situações em que o diagnóstico ainda não está claro ou quando se busca identificar alterações mais iniciais, podemos recorrer também à ressonância magnética.


Ela nos permite avaliar com mais detalhe a cartilagem, os meniscos e os ligamentos.


Quais são os tratamentos conservadores mais modernos disponíveis atualmente?


O tratamento das doenças do joelho evoluiu significativamente nos últimos anos, combinando abordagens tradicionais com terapias modernas e personalizadas. Hoje, o objetivo não é apenas aliviar a dor, mas também preservar a articulação, melhorar a função e retardar a progressão das lesões.


Fisioterapia e fortalecimento muscular: a base do tratamento


A base do tratamento ainda inclui a fisioterapia para o joelho e o fortalecimento muscular, que são fundamentais para melhorar a estabilidade da articulação, reduzir a sobrecarga e corrigir padrões de movimento inadequados. 


Essa abordagem ajuda não apenas no alívio dos sintomas, mas também na prevenção da progressão da lesão, sendo indicada na maioria dos casos, independentemente da gravidade.


Hidrogéis articulares: proteção e efeito prolongado


Entre as opções mais modernas, destacam-se os hidrogéis intra-articulares, que funcionam como um verdadeiro “amortecedor biológico”. 

Eles ajudam a reduzir o atrito entre as superfícies articulares, protegem a cartilagem e melhoram a função do joelho. 


Além disso, apresentam potencial de efeito prolongado, com estudos clínicos demonstrando que determinados tipos de hidrogel podem manter a redução da dor e a melhora funcional por até três anos após uma única aplicação, em casos selecionados.


Terapias biológicas: PRP e células-tronco


As terapias biológicas também vêm ganhando espaço no tratamento do joelho. O PRP (plasma rico em plaquetas) utiliza fatores de crescimento do 


próprio paciente para estimular a recuperação dos tecidos e reduzir a inflamação, enquanto as terapias com células-tronco e aspirado de medula óssea têm como objetivo promover a regeneração tecidual e modular o processo inflamatório de forma mais profunda. 


Essas abordagens são especialmente indicadas em fases iniciais ou intermediárias das lesões.


Infiltrações tradicionais: ácido hialurônico e corticoides


As infiltrações com ácido hialurônico e corticoides continuam sendo amplamente utilizadas no tratamento das doenças do joelho. 


O ácido hialurônico melhora a lubrificação da articulação e contribui para a redução da dor e melhora da mobilidade, enquanto os corticoides têm uma ação anti-inflamatória mais potente, sendo indicados principalmente em quadros de dor aguda e inflamação intensa.


Órteses e ajustes biomecânicos


O uso de órteses e ajustes biomecânicos complementa o tratamento, ajudando a redistribuir as cargas no joelho, proteger as áreas mais desgastadas e melhorar o alinhamento da articulação.


Essas medidas são especialmente úteis em pacientes com desalinhamentos ou sobrecarga localizada.


De forma geral, a tendência atual é integrar diferentes abordagens em um plano de tratamento individualizado, considerando o grau da lesão, o estilo de vida do paciente e seus objetivos. Essa estratégia permite resultados mais eficazes, seguros e duradouros.


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Em quais casos a cirurgia ainda é necessária? Como escolher o melhor tratamento para cada paciente? 


A cirurgia para artrose no joelho costuma ser indicada quando os tratamentos conservadores já não são suficientes para controlar a dor e melhorar a função da articulação.


Isso ocorre especialmente em casos mais avançados, com desgaste significativo da cartilagem, deformidades no alinhamento do joelho e limitação importante das atividades do dia a dia. 


Quando a cirurgia de prótese no joelho se torna necessária, é possível contar com a tecnologia da cirurgia robótica, que representa um avanço importante na ortopedia.


Esse método permite um planejamento cirúrgico altamente individualizado e a execução dos cortes com precisão milimétrica, respeitando a anatomia de cada paciente. 

Como resultado, há melhor posicionamento da prótese, menor agressão aos tecidos e, consequentemente, uma recuperação mais confortável e eficiente, com maior previsibilidade dos resultados a longo prazo.


Quer saber mais sobre a cirurgia robótica do joelho? Confira o nosso site!


A escolha do tratamento ideal, seja conservador ou cirúrgico, deve ser sempre individualizada e baseada em uma avaliação completa realizada pelo especialista.


Levamos em consideração fatores como idade, nível de atividade, grau da artrose, intensidade dos sintomas, expectativas do paciente e resposta às terapias já realizadas. 


Esse olhar personalizado é essencial para indicar o momento certo de cada intervenção e garantir melhores resultados.


Se você tem dor no joelho ou já foi diagnosticado com artrose, não espere os sintomas avançarem para buscar ajuda. 



Agende uma consulta agora mesmo com o Dr. Diego Munhoz e receba uma avaliação detalhada para definir o melhor tratamento para o seu caso!


Dr. Diego Munhoz

Médico ortopedista especialista em cirurgia de joelho graduado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP.

Acompanha com proximidade o quadro clínico do paciente e atua do diagnóstico a reabilitação!

  • Graduado em medicina pela Universidade de São Paulo (USP);
  • Residência em Ortopedia pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
  • Especialização em cirurgia de Joelho pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
  • Preceptor dos residentes de ortopedia durante o ano de 2018 no Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
  • Preceptor dos alunos de medicina(internos) durante o ano de 2019 Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
  • Habilitado em Cirurgia Robótica do Joelho;
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho;
  • Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia;
  • Atualmente, cursa doutorado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP).
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