Especialista em PRP no joelho em São Paulo: saiba quando o tratamento pode ser indicado

22 de setembro de 2026

Em busca de especialista em PRP no joelho em São Paulo?

Esse é o profissional indicado para avaliar se o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) pode fazer parte do tratamento de dores, lesões e doenças que acometem a articulação. 


Embora essa terapia da medicina regenerativa tenha ganhado destaque nos últimos anos, ela não é indicada para todos os pacientes. 


Seu uso deve sempre ser baseado em uma avaliação individualizada e nas evidências científicas disponíveis.


Além disso, a decisão depende do diagnóstico, do estágio da doença, dos sintomas e dos objetivos de cada pessoa.


O que é o Plasma Rico em Plaquetas (PRP)?


O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é um concentrado obtido a partir do sangue do próprio paciente.


Após uma pequena coleta de sangue, o material passa por um processo de centrifugação que separa e concentra as plaquetas. 


Essas células liberam fatores de crescimento e outras substâncias biologicamente ativas que participam dos mecanismos naturais de reparo do organismo.


Depois do preparo, aplicamos o PRP diretamente na região do joelho que necessita de tratamento.


Como o procedimento utiliza o próprio sangue do paciente, o risco de rejeição ou de transmissão de doenças é bastante reduzido.


Segundo a American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS), o PRP é um dos principais tratamentos biológicos utilizados atualmente na ortopedia. 


Entretanto, sua eficácia pode variar conforme a doença tratada e ainda existem áreas em que mais estudos são necessários para definir suas indicações. 


Como o PRP atua no joelho?


Diferentemente dos medicamentos convencionais, o PRP não atua apenas no controle dos sintomas.


Seu objetivo é criar um ambiente biológico mais favorável para o reparo dos tecidos lesionados por meio da liberação de fatores de crescimento presentes nas plaquetas.


Essas substâncias podem contribuir para:


  • Modular o processo inflamatório;
  • Reduzir a dor em pacientes selecionados;
  • Favorecer o reparo de alguns tecidos;
  • Melhorar a função da articulação;
  • Auxiliar na recuperação de determinadas lesões.


É importante destacar que o PRP não regenera completamente a cartilagem nem elimina doenças como a artrose. 


Os resultados dependem da doença tratada, do estágio da lesão e das características individuais de cada paciente.


PRP passa a ser regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM)


O uso do Plasma Rico em Plaquetas (PRP) na prática médica brasileira ganhou um importante respaldo em 2026. 


Com a publicação da Resolução CFM nº 2.464/2026, o Conselho Federal de Medicina passou a regulamentar o procedimento para indicações específicas, reconhecendo seu papel como tratamento complementar em algumas doenças osteomusculares, como a osteoartrite do joelho, o reparo meniscal, a epicondilite lateral do cotovelo e a discopatia lombar.


A nova resolução reflete o amadurecimento das evidências científicas publicadas nos últimos anos, principalmente na área da ortopedia, permitindo que a técnica seja utilizada na prática clínica desde que sejam cumpridos critérios rigorosos de indicação, segurança, processamento do material e acompanhamento médico.


O CFM destaca que o PRP deve ser empregado como terapia adjuvante, ou seja, em associação aos tratamentos convencionais quando houver indicação clínica. Dessa forma, ele não substitui a fisioterapia, os medicamentos ou procedimentos cirúrgicos necessários, mas pode integrar um plano terapêutico individualizado para determinados pacientes.


A resolução também estabelece que todo o processo, desde a coleta do sangue até o preparo e a aplicação do PRP, deve seguir protocolos técnicos e sanitários específicos, sendo realizado exclusivamente por médicos habilitados e mediante consentimento informado do paciente.


Essa regulamentação representa um avanço importante para a medicina regenerativa, ao estabelecer critérios claros para a utilização do PRP e proporcionar maior segurança tanto para os profissionais quanto para os pacientes, sempre com base nas melhores evidências científicas disponíveis.


Quando o especialista indica o PRP no joelho?


A indicação do PRP nunca deve ser feita apenas porque o paciente apresenta dor.


Antes de recomendar o tratamento, avaliamos diversos fatores, incluindo o diagnóstico, a intensidade dos sintomas, exames de imagem, tratamentos já realizados e expectativa de recuperação.


Em geral, consideramos o PRP quando:


  • Existe falha do tratamento conservador inicial;
  • Deseja-se uma alternativa minimamente invasiva antes de procedimentos mais complexos, quando isso é clinicamente possível;
  • Há indicação para algumas terapias da medicina regenerativa;
  • O paciente apresenta perfil adequado para esse tipo de tratamento.


Para quais doenças e lesões utilizamos o PRP?


Embora muitas pessoas associem o PRP apenas à artrose, essa terapia pode fazer parte do tratamento de diferentes condições ortopédicas.


Entre elas estão:


  • Artrose leve ou moderada do joelho;
  • Tendinite patelar;
  • Tendinopatias crônicas;
  • Algumas lesões ligamentares selecionadas;
  • Lesões musculares;
  • Dor persistente relacionada a determinadas alterações da articulação;
  • Auxílio na recuperação após alguns procedimentos cirúrgicos, quando existe indicação.


Como realizamos a aplicação do PRP?


Realizamos o tratamento em consultório ou centro especializado, sem necessidade de internação.


Inicialmente, coletamos uma pequena quantidade de sangue do paciente. Em seguida, o material é centrifugado para concentrar as plaquetas.



Após o preparo, realizamos a aplicação diretamente no joelho.

Dependendo da estrutura tratada, podemos utilizar a ultrassonografia para guiar a infiltração e aumentar a precisão do procedimento.


Após a aplicação, o paciente normalmente retorna às suas atividades habituais seguindo as orientações médicas.


Especialista em PRP no joelho em São Paulo: quais são os benefícios desse tratamento?


Quando bem indicado e associado a um plano terapêutico detalhado, o PRP pode oferecer diversos benefícios.


Entre eles, destacamos:



  • Redução da dor no joelho;
  • Melhora da função do joelho;
  • Modulação do processo inflamatório;
  • Auxílio na recuperação de alguns tecidos;
  • Melhora da qualidade de vida;
  • Possibilidade de reduzir a necessidade de medicamentos em alguns pacientes;
  • Possibilidade de retardar tratamentos mais invasivos em situações selecionadas.


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Entretanto, é importante compreender que os resultados não são iguais para todos os pacientes.


A resposta depende do diagnóstico, da gravidade da doença, da idade, do estilo de vida e da associação com outras medidas, como fortalecimento muscular, fisioterapia e controle do peso.


Quer conhecer melhor a medicina regenerativa no tratamento do joelho? Acesse esse texto em nosso site!


Quem não é um bom candidato ao PRP?


Apesar de ser um procedimento seguro, não indicamos o PRP para todas as pessoas.


Em geral, avaliamos com bastante cautela pacientes que apresentam:


  • Infecções ativas;
  • Algumas doenças hematológicas;
  • Alterações importantes na coagulação;
  • Determinados tipos de câncer;
  • Uso de alguns medicamentos específicos;
  • Artrose muito avançada com importante destruição da articulação.


Nessas situações, outras estratégias terapêuticas podem oferecer melhores resultados.


O PRP substitui a cirurgia?


Não. Essa é uma das dúvidas mais frequentes no consultório.


O PRP pode fazer parte do tratamento de pacientes selecionados e, em alguns casos, ajudar a controlar sintomas ou retardar procedimentos mais invasivos.


Entretanto, quando existe indicação cirúrgica bem estabelecida, como em algumas lesões ligamentares completas, determinadas lesões no menisco ou artrose avançada, o PRP não substitui a cirurgia.


Por isso, a escolha do tratamento deve sempre ser personalizada.


No nosso blog, temos um artigo completo sobre o tratamento da artrose no joelho avançada, confira!


Especialista em PRP no joelho em São Paulo: conte com a experiência do Dr. Diego Munhoz


O sucesso do tratamento com Plasma Rico em Plaquetas começa com um diagnóstico preciso. 


Antes de indicar qualquer terapia, é fundamental identificar a causa da dor, avaliar o estágio da doença e definir qual abordagem oferece maior possibilidade de benefício para cada paciente.


O Dr. Diego Munhoz é especialista em cirurgia do joelho e lesões esportivas, com ampla experiência no tratamento da artrose, tendinopatias e diversas doenças da articulação. 


Sua atuação inclui tratamentos conservadores, infiltrações, terapias da medicina regenerativa, como o Plasma Rico em Plaquetas (PRP), e procedimentos cirúrgicos modernos, sempre baseados nas melhores evidências científicas.


Se você apresenta dor persistente no joelho, sofreu uma lesão esportiva ou deseja saber se o PRP pode ser indicado para o seu caso, agende uma consulta com o Dr. Diego Munhoz. 


Uma avaliação especializada é o primeiro passo para definir o melhor tratamento para recuperar sua qualidade de vida.



FAQ – Especialista em PRP no joelho em São Paulo


  • O que faz um especialista em PRP no joelho em São Paulo?

    É o médico responsável por avaliar se o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é indicado para tratar dores, lesões ou doenças do joelho, sempre de forma individualizada.


  • Quando indicamos o PRP para o joelho?

    Podemos indicar o tratamento em pacientes selecionados com artrose inicial ou moderada, tendinopatias, algumas lesões ligamentares e outras condições avaliadas pelo especialista.


  • O PRP é aprovado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM)?

    Sim. O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é um procedimento regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) desde 2026, por meio da Resolução nº 2.464/2026. A norma permite sua utilização como tratamento complementar em indicações específicas para doenças osteomusculares.


  • Como fazemos a aplicação de PRP no joelho?

    O procedimento consiste na coleta de sangue do próprio paciente, preparo do concentrado de plaquetas e aplicação na região do joelho, geralmente em ambiente ambulatorial.


  • O tratamento com PRP é seguro?

    Sim. Como utiliza o sangue do próprio paciente, o PRP apresenta baixo risco de reações imunológicas quando realizado por um profissional capacitado.

  • O PRP substitui a cirurgia do joelho?

    Não. Em casos com indicação cirúrgica bem estabelecida, como algumas lesões ligamentares e artrose avançada, o PRP não substitui a cirurgia.


  • Quanto tempo demora para o PRP fazer efeito?

    A resposta varia conforme a doença tratada e as características do paciente. 

    Os benefícios costumam surgir de forma gradual nas semanas seguintes à aplicação.


  • Quando procurar o especialista em PRP no joelho em São Paulo?

    A avaliação é indicada para pacientes com dor persistente, artrose, tendinites ou lesões esportivas que desejam saber se o PRP pode fazer parte do seu tratamento.


Dr. Diego Munhoz

Médico ortopedista especialista em cirurgia de joelho graduado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP.

Acompanha com proximidade o quadro clínico do paciente e atua do diagnóstico a reabilitação!

  • Graduado em medicina pela Universidade de São Paulo (USP);
  • Residência em Ortopedia pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
  • Especialização em cirurgia de Joelho pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
  • Preceptor dos residentes de ortopedia durante o ano de 2018 no Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
  • Preceptor dos alunos de medicina(internos) durante o ano de 2019 Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
  • Habilitado em Cirurgia Robótica do Joelho;
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho;
  • Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia;
  • Atualmente, cursa doutorado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP).
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