Especialista em PRP no joelho em São Paulo: saiba quando o tratamento pode ser indicado
Em busca de especialista em PRP no joelho em São Paulo?
Esse é o profissional indicado para avaliar se o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) pode fazer parte do tratamento de dores, lesões e doenças que acometem a articulação.
Embora essa terapia da medicina regenerativa tenha ganhado destaque nos últimos anos, ela não é indicada para todos os pacientes.
Seu uso deve sempre ser baseado em uma avaliação individualizada e nas evidências científicas disponíveis.
Além disso, a decisão depende do diagnóstico, do estágio da doença, dos sintomas e dos objetivos de cada pessoa.
O que é o Plasma Rico em Plaquetas (PRP)?
O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é um concentrado obtido a partir do sangue do próprio paciente.
Após uma pequena coleta de sangue, o material passa por um processo de centrifugação que separa e concentra as plaquetas.
Essas células liberam fatores de crescimento e outras substâncias biologicamente ativas que participam dos mecanismos naturais de reparo do organismo.
Depois do preparo, aplicamos o PRP diretamente na região do joelho que necessita de tratamento.
Como o procedimento utiliza o próprio sangue do paciente, o risco de rejeição ou de transmissão de doenças é bastante reduzido.
Segundo a American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS), o PRP é um dos principais tratamentos biológicos utilizados atualmente na ortopedia.
Entretanto, sua eficácia pode variar conforme a doença tratada e ainda existem áreas em que mais estudos são necessários para definir suas indicações.
Como o PRP atua no joelho?
Diferentemente dos medicamentos convencionais, o PRP não atua apenas no controle dos sintomas.
Seu objetivo é criar um ambiente biológico mais favorável para o reparo dos tecidos lesionados por meio da liberação de fatores de crescimento presentes nas plaquetas.
Essas substâncias podem contribuir para:
- Modular o processo inflamatório;
- Reduzir a dor em pacientes selecionados;
- Favorecer o reparo de alguns tecidos;
- Melhorar a função da articulação;
- Auxiliar na recuperação de determinadas lesões.
É importante destacar que o PRP não regenera completamente a cartilagem nem elimina doenças como a artrose.
Os resultados dependem da doença tratada, do estágio da lesão e das características individuais de cada paciente.
PRP passa a ser regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM)
O uso do Plasma Rico em Plaquetas (PRP) na prática médica brasileira ganhou um importante respaldo em 2026.
Com a publicação da Resolução CFM nº 2.464/2026, o Conselho Federal de Medicina passou a regulamentar o procedimento para indicações específicas, reconhecendo seu papel como tratamento complementar em algumas doenças osteomusculares, como a osteoartrite do joelho, o reparo meniscal, a epicondilite lateral do cotovelo e a discopatia lombar.
A nova resolução reflete o amadurecimento das evidências científicas publicadas nos últimos anos, principalmente na área da ortopedia, permitindo que a técnica seja utilizada na prática clínica desde que sejam cumpridos critérios rigorosos de indicação, segurança, processamento do material e acompanhamento médico.
O CFM destaca que o PRP deve ser empregado como terapia adjuvante, ou seja, em associação aos tratamentos convencionais quando houver indicação clínica. Dessa forma, ele não substitui a fisioterapia, os medicamentos ou procedimentos cirúrgicos necessários, mas pode integrar um plano terapêutico individualizado para determinados pacientes.
A resolução também estabelece que todo o processo, desde a coleta do sangue até o preparo e a aplicação do PRP, deve seguir protocolos técnicos e sanitários específicos, sendo realizado exclusivamente por médicos habilitados e mediante consentimento informado do paciente.
Essa regulamentação representa um avanço importante para a medicina regenerativa, ao estabelecer critérios claros para a utilização do PRP e proporcionar maior segurança tanto para os profissionais quanto para os pacientes, sempre com base nas melhores evidências científicas disponíveis.
Quando o especialista indica o PRP no joelho?
A indicação do PRP nunca deve ser feita apenas porque o paciente apresenta dor.
Antes de recomendar o tratamento, avaliamos diversos fatores, incluindo o diagnóstico, a intensidade dos sintomas, exames de imagem, tratamentos já realizados e expectativa de recuperação.
Em geral, consideramos o PRP quando:
- Existe falha do tratamento conservador inicial;
- Deseja-se uma alternativa minimamente invasiva antes de procedimentos mais complexos, quando isso é clinicamente possível;
- Há indicação para algumas terapias da medicina regenerativa;
- O paciente apresenta perfil adequado para esse tipo de tratamento.
Para quais doenças e lesões utilizamos o PRP?
Embora muitas pessoas associem o PRP apenas à artrose, essa terapia pode fazer parte do tratamento de diferentes condições ortopédicas.
Entre elas estão:
- Artrose leve ou moderada do joelho;
- Tendinite patelar;
- Tendinopatias crônicas;
- Algumas lesões ligamentares selecionadas;
- Lesões musculares;
- Dor persistente relacionada a determinadas alterações da articulação;
- Auxílio na recuperação após alguns procedimentos cirúrgicos, quando existe indicação.
Como realizamos a aplicação do PRP?
Realizamos o tratamento em consultório ou centro especializado, sem necessidade de internação.
Inicialmente, coletamos uma pequena quantidade de sangue do paciente. Em seguida, o material é centrifugado para concentrar as plaquetas.
Após o preparo, realizamos a aplicação diretamente no joelho.
Dependendo da estrutura tratada, podemos utilizar a ultrassonografia para guiar a infiltração e aumentar a precisão do procedimento.
Após a aplicação, o paciente normalmente retorna às suas atividades habituais seguindo as orientações médicas.
Especialista em PRP no joelho em São Paulo: quais são os benefícios desse tratamento?
Quando bem indicado e associado a um plano terapêutico detalhado, o PRP pode oferecer diversos benefícios.
Entre eles, destacamos:
- Redução da dor no joelho;
- Melhora da função do joelho;
- Modulação do processo inflamatório;
- Auxílio na recuperação de alguns tecidos;
- Melhora da qualidade de vida;
- Possibilidade de reduzir a necessidade de medicamentos em alguns pacientes;
- Possibilidade de retardar tratamentos mais invasivos em situações selecionadas.

Entretanto, é importante compreender que os resultados não são iguais para todos os pacientes.
A resposta depende do diagnóstico, da gravidade da doença, da idade, do estilo de vida e da associação com outras medidas, como fortalecimento muscular, fisioterapia e controle do peso.
Quer conhecer melhor a medicina regenerativa no tratamento do joelho? Acesse esse texto em nosso site!
Quem não é um bom candidato ao PRP?
Apesar de ser um procedimento seguro, não indicamos o PRP para todas as pessoas.
Em geral, avaliamos com bastante cautela pacientes que apresentam:
- Infecções ativas;
- Algumas doenças hematológicas;
- Alterações importantes na coagulação;
- Determinados tipos de câncer;
- Uso de alguns medicamentos específicos;
- Artrose muito avançada com importante destruição da articulação.
Nessas situações, outras estratégias terapêuticas podem oferecer melhores resultados.
O PRP substitui a cirurgia?
Não. Essa é uma das dúvidas mais frequentes no consultório.
O PRP pode fazer parte do tratamento de pacientes selecionados e, em alguns casos, ajudar a controlar sintomas ou retardar procedimentos mais invasivos.
Entretanto, quando existe indicação cirúrgica bem estabelecida, como em algumas lesões ligamentares completas, determinadas lesões no menisco ou artrose avançada, o PRP não substitui a cirurgia.
Por isso, a escolha do tratamento deve sempre ser personalizada.
No nosso blog, temos um artigo completo sobre o tratamento da artrose no joelho avançada, confira!
Especialista em PRP no joelho em São Paulo: conte com a experiência do Dr. Diego Munhoz
O sucesso do tratamento com Plasma Rico em Plaquetas começa com um diagnóstico preciso.
Antes de indicar qualquer terapia, é fundamental identificar a causa da dor, avaliar o estágio da doença e definir qual abordagem oferece maior possibilidade de benefício para cada paciente.
O Dr. Diego Munhoz é especialista em cirurgia do joelho e lesões esportivas, com ampla experiência no tratamento da artrose, tendinopatias e diversas doenças da articulação.
Sua atuação inclui tratamentos conservadores, infiltrações, terapias da medicina regenerativa, como o Plasma Rico em Plaquetas (PRP), e procedimentos cirúrgicos modernos, sempre baseados nas melhores evidências científicas.
Se você apresenta dor persistente no joelho, sofreu uma lesão esportiva ou deseja saber se o PRP pode ser indicado para o seu caso, agende uma consulta com o Dr. Diego Munhoz.
Uma avaliação especializada é o primeiro passo para definir o melhor tratamento para recuperar sua qualidade de vida.
FAQ – Especialista em PRP no joelho em São Paulo
O que faz um especialista em PRP no joelho em São Paulo?
É o médico responsável por avaliar se o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é indicado para tratar dores, lesões ou doenças do joelho, sempre de forma individualizada.
Quando indicamos o PRP para o joelho?
Podemos indicar o tratamento em pacientes selecionados com artrose inicial ou moderada, tendinopatias, algumas lesões ligamentares e outras condições avaliadas pelo especialista.
O PRP é aprovado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM)?
Sim. O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é um procedimento regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) desde 2026, por meio da Resolução nº 2.464/2026. A norma permite sua utilização como tratamento complementar em indicações específicas para doenças osteomusculares.
Como fazemos a aplicação de PRP no joelho?
O procedimento consiste na coleta de sangue do próprio paciente, preparo do concentrado de plaquetas e aplicação na região do joelho, geralmente em ambiente ambulatorial.
O tratamento com PRP é seguro?
Sim. Como utiliza o sangue do próprio paciente, o PRP apresenta baixo risco de reações imunológicas quando realizado por um profissional capacitado.
O PRP substitui a cirurgia do joelho?
Não. Em casos com indicação cirúrgica bem estabelecida, como algumas lesões ligamentares e artrose avançada, o PRP não substitui a cirurgia.
Quanto tempo demora para o PRP fazer efeito?
A resposta varia conforme a doença tratada e as características do paciente.
Os benefícios costumam surgir de forma gradual nas semanas seguintes à aplicação.
Quando procurar o especialista em PRP no joelho em São Paulo?
A avaliação é indicada para pacientes com dor persistente, artrose, tendinites ou lesões esportivas que desejam saber se o PRP pode fazer parte do seu tratamento.
Dr. Diego Munhoz
Médico ortopedista especialista em cirurgia de joelho graduado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP.
Acompanha com proximidade o quadro clínico do paciente e atua do diagnóstico a reabilitação!
- Graduado em medicina pela Universidade de São Paulo (USP);
- Residência em Ortopedia pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
- Especialização em cirurgia de Joelho pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
- Preceptor dos residentes de ortopedia durante o ano de 2018 no Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
- Preceptor dos alunos de medicina(internos) durante o ano de 2019 Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
- Habilitado em Cirurgia Robótica do Joelho;
- Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho;
- Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia;
- Atualmente, cursa doutorado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP).









