Sequelas de fraturas no joelho: quando a cirurgia robótica é indicada?
Você está em busca de tratamento para as sequelas de fraturas no joelho?
As fraturas no joelho podem deixar marcas que vão além da dor inicial.
Mesmo após a recuperação, alguns pacientes continuam enfrentando limitações de movimento, desconforto ao andar ou deformidades na articulação.
Esses são sinais de que podem ter desenvolvido sequelas da fratura, alterações afetam a mobilidade e a qualidade de vida.
Com o avanço da medicina, porém, novas tecnologias têm ajudado a corrigir essas complicações.
A cirurgia robótica, por exemplo, é uma excelente opção para restaurar o alinhamento do joelho e devolver o conforto ao paciente.
Confira neste artigo!
O que são sequelas de fraturas no joelho e por que elas podem causar dor ou limitação nos movimentos?
As sequelas de fraturas no joelho são alterações que podem permanecer mesmo após a consolidação do osso, resultando em dor, rigidez, perda de movimento ou deformidades na articulação.
Segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), essas complicações costumam ocorrer quando a fratura afeta regiões próximas à cartilagem ou compromete o alinhamento natural do joelho.
Quando isso acontece, o encaixe entre o fêmur, a tíbia e a patela podem ficar irregulares, gerando sobrecarga em algumas áreas e desgaste precoce da articulação.
Em muitos casos, essas sequelas acabam limitando a mobilidade e impactando diretamente a qualidade de vida, já que atividades simples como caminhar, subir escadas ou praticar esportes passam a ser dolorosas ou difíceis.
Quais são os sinais de que uma fratura no joelho não cicatrizou corretamente?
Entre os sinais de que uma fratura no joelho não está cicatrizando corretamente, podemos perceber:
- Dor no joelho persistente ou que reaparece na região da fratura mesmo após o tempo previsto para cicatrização;
- Mobilidade reduzida ou dificuldade para dobrar, esticar ou apoiar a perna normalmente, sugerindo limitação funcional;
- Deformidade visível ou assimetria nos membros, por exemplo, a perna afetada pode parecer “mais curta”, ou o joelho pode estar desviado;
- Sensação de instabilidade ou de “jogo” na articulação, ou ainda dificuldade para suportar peso como antes;
- Formação anormal de calo ósseo, falha de união ou o osso que “não colou” corretamente (conhecida como pseudoartrose). Essa é uma complicação séria, pois o osso se comporta como se fosse uma articulação;
- Inchaço prolongado, alterações nos exames de imagem que mostram falha na evolução normal da consolidação óssea ou presença de desvio anatômico após a fratura.
Em quais situações as sequelas de fraturas podem exigir uma nova cirurgia para correção?
Confira abaixo as situações em que as sequelas de fraturas no joelho podem levar à necessidade de uma nova cirurgia para correção:
- Quando há desalinhamento considerável da articulação ou do eixo da perna após a fratura, de modo que o joelho não fica alinhado corretamente e isso gera sobrecarga ou desgaste acelerado;
- Se existir instabilidade articular persistente, ou seja, o joelho apresenta “jogo”, sensação de que está “solto” ou falha ao suportar carga, o que indica que a fixação original ou a consolidação da fratura não atingiram a estabilidade necessária;
- Quando surge artrose pós-traumática, ou seja, desgaste da cartilagem ou alterações articulares decorrentes da fratura que evoluíram para dor constante e limitação funcional, causando necessidade de intervenção;
- Se houver mau posicionamento de implante, fragmentos ósseos ou material de fixação antiga que fiquem fora de lugar, ou falha da consolidação (“non-union/pseudoartrula”) que impeça a função normal do joelho.
Quer saber mais sobre a artrose e lesões no joelho? Confira essa entrevista do Dr. Diego Munhoz em nosso site!
Como a cirurgia robótica atua na correção de sequelas no joelho? Quais os benefícios dessa abordagem nesses casos?
A cirurgia robótica tem se mostrado uma grande aliada na correção de sequelas no joelho, especialmente em casos em que a anatomia foi alterada após uma fratura.
Com o auxílio de um sistema computadorizado e imagens tridimensionais em alta definição, conseguimos planejar o procedimento de forma extremamente precisa, mapeando o joelho do paciente em tempo real.
Isso nos permite corrigir desalinhamentos, reposicionar estruturas e ajustar o encaixe da articulação com muito mais exatidão do que nas técnicas convencionais.
A tecnologia robótica oferece benefícios importantes, como menor margem de erro no corte ósseo, melhor posicionamento de próteses e preservação de tecidos saudáveis.
Além disso, é especialmente vantajosa em casos de sequelas, porque o joelho já passou por alterações estruturais que tornam a cirurgia tradicional mais desafiadora.
Com o robô, temos maior controle e previsibilidade, garantindo que cada ajuste seja feito com máxima precisão para devolver ao paciente mobilidade, conforto e qualidade de vida.

Como é o processo de recuperação após uma cirurgia robótica?
A recuperação após uma cirurgia robótica para correção de sequelas no joelho tende a ser mais rápida e confortável quando comparada às técnicas tradicionais.
Isso ocorre porque o procedimento é realizado com cortes mais precisos e menor agressão aos tecidos.
A tecnologia robótica reduz o risco de sangramento, dor e inflamação no pós-operatório, permitindo que o paciente inicie a fisioterapia e o apoio do peso sobre a perna de forma mais precoce.
Nas primeiras semanas, o foco é recuperar a amplitude de movimento e fortalecer a musculatura ao redor do joelho, sempre com acompanhamento profissional.
A dor tende a ser mais leve e o retorno às atividades cotidianas acontece gradualmente, conforme orientação médica.
Além disso, como o robô ajuda o cirurgião a alcançar um alinhamento mais exato, as chances de desequilíbrios e complicações futuras diminuem.
Quais são os riscos de não tratar as sequelas de uma fratura no joelho? Quando procurar o especialista em cirurgia robótica?
Ignorar ou adiar o tratamento das sequelas de fraturas no joelho pode trazer consequências sérias para a mobilidade e a qualidade de vida.
Quando uma fratura não cicatriza corretamente ou deixa o joelho desalinhado, o paciente pode desenvolver dores crônicas, instabilidade articular e até artrose precoce.
Isso pode ocorrer porque o peso do corpo passa a ser distribuído de forma irregular sobre a articulação.
Com o tempo, isso limita movimentos simples, como caminhar, subir escadas ou praticar atividades do dia a dia, além de afetar o bem-estar emocional pela perda da autonomia e pela dor constante.
O momento certo para procurar o especialista em joelho é quando a dor persiste mesmo após o tratamento inicial, há rigidez no joelho, dificuldade para movimentar a perna ou sinais visíveis de desalinhamento.
Também é importante buscar avaliação quando exames mostram falha na consolidação óssea ou quando o paciente sente que o joelho “não é mais o mesmo”.
Nesses casos, a cirurgia robótica pode ser uma excelente alternativa.
Então, se você passou por uma fratura no joelho e ainda sente dor, desconforto ou limitação nos movimentos, fale com o Dr. Diego Munhoz, especialista em cirurgia robótica no joelho.
Marque uma consulta ainda hoje e receba uma avaliação completa e personalizada!
Dr. Diego Munhoz
Médico ortopedista especialista em cirurgia de joelho graduado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP.
Acompanha com proximidade o quadro clínico do paciente e atua do diagnóstico a reabilitação!
- Graduado em medicina pela Universidade de São Paulo (USP);
- Residência em Ortopedia pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
- Especialização em cirurgia de Joelho pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
- Preceptor dos residentes de ortopedia durante o ano de 2018 no Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
- Preceptor dos alunos de medicina(internos) durante o ano de 2019 Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP);
- Habilitado em Cirurgia Robótica do Joelho;
- Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho;
- Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia;
- Atualmente, cursa doutorado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP (IOT HC FMUSP).









